HIGHLIGHTS – OUTUBRO 2017

Alex Flemming

O artista inaugurou no dia 28 de outubro a sua mostra Intervalo Contemporâneo na Fundação Ema Klabin em São Paulo, com a instalação Anaconda (apropriação artística de um conjunto de treze tapetes persas). Em exibição até o dia 17 de dezembro.

Bárbara Wagner e Cristiano Lenhardt

De 3 de outubro a 14 de janeiro acontece o 20° Festival de Arte Contemporânea SESC VIDEOBRASIL, no SESC Pompéia. Participam da exposição “Convivência” os artistas Bárbara Wagner e Benjamin de Búrca, com o vídeo “Faz que vai”, e Cristiano Lenhardt com a instalação “Pau-Bonito”.

Bruno Faria

Dia 21 de outubro o artista inaugurou a mostra “Versão Oficial”, com curadoria de Pablo León de La Barra e Raphael Fonseca, no MAC Niterói. Nesta exposição Bruno apresenta os trabalhos “Introdução à Historia da Arte Brasileira 1960/90”, Instalação, 2015 (conjunto de discos cujas capas foram feitas por artistas brasileiros, relacionando design, artes visuais e censura, visto que muitos dos vinis foram censurados durante a ditadura), e “Versão Oficial”, 2017 (trabalho que parte de um fato histórico: a artista Regina Vater, em 1968, foi convidada para realizar a capa do disco Tropicália ou Panis ET Circensis – de Caetano, Gal, Gilberto Gil, entre outros.  Esta capa, porém, não foi publicada e a versão de Rubens Gerchman foi a que ficou conhecida. Para a criação da obra, Bruno solicitou a colaboração de Regina que refez o desenho, já que o mesmo se perdeu – a artista o viu pela última vez, em 1972, emoldurado na parede da gravadora Philips). A mostra fica em exibição até 18 de fevereiro.

Bruno também participa da mostra coletiva “Ready Made in Brasil”, com curadoria de Daniel Rangel, com a obra “Candangos”, 2016. Em exibição até 28 de janeiro no Espaço Cultural FIESP, em São Paulo.

Daniel Santiago, Gil Vicente e Marcelo Silveira

Após temporada em Petrolina, a mostra coletiva Caleidoscópio chegou em Garanhuns dia 20 de outubro.  Um conjunto de obras, representando os artistas que despontaram em diferentes períodos (décadas de 60, 70 e 80, respectivamente) e que possuem diferentes poéticas, encontram pontos de convergência e dialogam entre si. A mostra, que tem curadoria de Joana D’Arc Lima, fica em exibição até o dia 15 de dezembro no SESC Garanhuns.

Hildebrando de Castro

De 19 de outubro a 2 de dezembro o artista apresenta a individual “HKMA” na galeria Lurixs, no Rio de Janeiro.

José Patrício

Últimas semanas de exibição da mostra Explosão Fixa no Instituto Ling, em Porto Alegre. A exposição, que tem curadoria de Eder Chiodetto, apresenta dezenove obras que perpassam os 40 anos de carreira artística do pernambucano, e fica em cartaz até o dia 18 de novembro.

José Rufino

O artista apresenta a obra “Opera Hominum” na Bienal de Curitiba, em mostra com curadoria de Leonor Amarante. O trabalho consiste em monotipias de mãos de 70 ex-operários da Usina Santa Teresinha, Pernambuco, sobre folhas de pagamento da própria usina. A Bienal acontece no Museu Oscar Niemeyer em Curitiba até o dia 27 de fevereiro de 2018.

Rufino também integra a coletiva “As Bandeiras da Revolução: Pernambuco 1817/2017” na Galeria Massangana, Fundação Joaquim Nabuco. A exposição com curadoria de Moacir dos Anjos e José Luiz Passos fica em exibição até o dia 3 de dezembro.

Kilian Glasner

O Artista inaugurou a mostra “Natureza Incontornável” dia 24 de outubro na Galeria Lume, em São Paulo. Na mostra, Kilian expõe 15 trabalhos concebidos depois de um retiro de quatro meses na região da Chapada Diamantina, na Bahia, e além dos desenhos, um vídeo que reúne fragmentos de suas incursões. Com curadoria de Paulo Kassab Jr, a mostra fica em exibição até o dia 25 de novembro.

Lourival Cuquinha

O artista tem o trabalho “Gabirú no Norte Massa (After Beto Normal)” – Projeto de Arte Financeira, 2015, participando  da mostra coletiva “As Bandeiras da Revolução: Pernambuco 1817/2017” na Galeria Massangana, Fundação Joaquim Nabuco, em exibição até o dia 3 de dezembro.

Martinho Patrício

Inaugurada no dia 20 de outubro, a mostra Expansão do artista Martinho Patrício apresenta trabalhos (desenhos, pinturas, fotografias e objetos) que discutem questões como deslocamento, território e construção com base nas necessidades das pessoas em seus ambientes de convívío e trabalho. A exposição fica em exibição até o dia 17 de novembro no Casarão 34, em João Pessoa.

Paulo Bruscky

Paulo participa do projeto “L’oeil écoute” (o olho escuta), no Centre Pompidou, Paris, com mostra que propõe reflexão sobre arte moderna através do diálogo entre obras do acervo permanente e de artistas convidados. O artista apresenta um recorte panorâmico de sua produção desde o final dos anos 60, incluindo poemas/processo, filmes de artista, poesia sonora/audio arte, classificados, arte correio, poesia visual, projetos conceituais, entre outros. Parte dos trabalhos expostos será incorporada ao acervo da instituição francesa.

O artista também participa da  Galeria Superfície tem o prazer de apresentar a exposição 50 anos Poema/Processo: uma vanguarda semiológica. A mostra rememora as primeiras exposições e manifestações artísticas do movimento, iniciadas em dezembro de 1967, inauguradas simultaneamente em Natal (RN), e Rio de Janeiro (RJ). Ocasião em que o grupo lançará seu manifesto e suas proposições, contando com artistas dos estados de Minas Gerais, Bahia, Rio Grande do Norte, Espírito Santo e Pernambuco.

Paulo Meira

O artista apresenta o vídeo “Amor de Mascate – Drama de Alfaiate” (A.M.D.A.) na Galeria Ruy Meira, Casa das Artes, em Belém do Pará. Um homem costura centenas de cabeças de peixe na confecção de uma corda. Outro homem, que nunca tem o rosto revelado, transporta cabeças de peixe em uma mala. Uma voz feminina tenta memorizar, citando nomes das ilhas que compõe a cidade de Belém. O eixo narrativo do vídeo A. M. D. A. é composto por costuras de acontecimentos, de tempos, de personagens e paisagens. Estas costuras são realizadas hora pelo desenho de som, hora pelos movimentos de câmera, por vezes circulares e sempre em movimento e pelas conexões surgidas entre as performances. Tempos e espaços distintos escorrem entre si como “água”, por vezes em frágeis conexões. Máquina de repetição e diferença, costura de memória, de solenes e patéticas tentativas de evitar esquecimentos…

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