HIGHLIGHTS – SETEMBRO 2017

Bárbara Wagner

No dia 20 de setembro foi inaugurada no Instituto Moreira Sales, em São Paulo, a mostra coletiva ‘Corpo a Corpo’, com curadoria de Thyago Nogueira e Valentina Tong, e participação dos artistas Bárbara Wagner, Garapa, Jonathas de Andrade, Letícia Ramos, Mídia Ninja e Sofia Borges. Em exibição até o dia 30 de dezembro.

A artista participa com o Benjamin de Búrca do 35º Panorama da Arte Brasileira, Brasil por multiplicação, no Museu de Arte Moderna de São Paulo, com curadoria de Luiz Camillo Osório. A mostra também conta com a participação de José Rufino, Lourival Cuquinha, Marcelo Silveira, e outros artistas.

Bruno Faria

O artista participou da exposição coletiva “A Invenção da Praia: Cassino” no IED Rio – Instituto Europeo di Design, com curadoria de Paula Alzugara, entre os dias 9 e 16 de setembro. A mostra foi um projeto de arte, memória, ficção e arqueologia. A glória e a ruína do antigo Cassino da Urca se fazem visíveis na forma de espectros e reinvencões, em trabalhos de 12 artistas contemporâneos.

Bruno Vilela

O artista participa da mostra da sexta edição do prêmio Marcantonio Vilaça, no MuBE em São Paulo, que vai até o dia 1 de outubro.

Carlos Mélo

Inaugurada no dia 14 de setembro, ‘Menino Perdido’, exposição do artista visual Carlos Mélo na Galeria Archidy Picado do Espaço Cultural José Lins do Rego, em João Pessoa, tem visitação até o dia 22 de outubro.

Célio Braga

No dia 10 de setembro o artista abriu a sua mostra individual “White Blur” na Galeria Phoebus Rotterdam que fica em exibição até 15 de outubro.

Gilvan Barreto

No dia 19 de setembro foi inaugurada a mostra do Prêmio Pierre Verger no Palacete das Artes em Salvador. O fotógrafo pernambucano participa da mostra com a série “Postcards from Brazil”.

O artista também tem a série exposta na CAIXA Cultural Rio de Janeiro, na exposição “Natureza Concreta”, que discute e aprofunda um tema de interesse permanente na arte, na ciência e na filosofia: as relações dos seres humanos com a natureza e o mundo que os cerca. Entre fotografias, vídeos e instalações em formatos variados, estão sendo apresentadas 94 obras de 17 artistas e grupos brasileiros. Em exibição até o dia 12 de novembro.

José Patrício

A mostra Precisão e Acaso, no Museu do Estado de Pernambuco, com curadoria de Felipe Scovino, teve seu período expositivo estendido e permanece em exibição até o dia 8 de outubro.

José Rufino

O artista apresenta a obra “Opera Hominum” na Bienal de Curitiba, em mostra com curadoria de Leonor Amarante. O trabalho consiste em monotipias de mãos de 70 ex-operários da Usina Santa Teresinha, Pernambuco, sobre folhas de pagamento da própria usina. A Bienal acontece no Museu Oscar Niemeyer em Curitiba até o dia 27 de fevereiro de 2018.

Márcio Almeida

O artista participa da mostra “Dura lex, sed lex”, que foi inaugurada no dia 2 de setembro no Centro Cultural Parque da Espanha (CCPE), integrando a Bienalsur, em Rosário na Argentina. A exposição, que tem curadoria de Juliana Gontijo e Raphael Fonseca, reúne trinta artistas provenientes de diferentes países da America Latina, onde o pernambucano apresenta o trabalho “The Noble Experience” (garrafas de aguardente artesanal produzidas em penitenciárias e cadeias públicas do Recife), e questiona a relação entre arte, criminologia e legalidade.

Paulo Bruscky

O artista teve a exposição Xerografia: Arte Postal no Brasil, 1970-1990, inaugurada na Robert and Karen Hoehn Family Galleries na Universidade de San Diego, a mostra vai até o dia 16 de dezembro.

Paulo Bruscky participa da exposição coletiva Take Me (I’m Yours), em Buenos Aires, no Museo Nacional de Arte Decorativo, com curadoria de Christian Boltanski e Hans Ulrich Obrist. A mostra, que integra a programação da Bienalsur, conta com a participação de Yoko Ono, Lawrence Weiner, Artur Barrio, Daniel Spoerri, Alison Knowles, Gilbert & George, Félix González Torres, Luis Camnitzer e muitos outros.

Ramonn Vieitez

O artista encerrou sua residência artística “No Lugar” em Quito, Equador, expondo os trabalhos resultado da pesquisa realizada entre agosto e setembro no open studio da instituição.

 

HIGHLIGHTS – AGOSTO 2017

Bárbara Wagner e Benjamin de Búrca

A dupla teve o trabalho “Faz Que Vai” exibido no FUSO, Anual de Vídeo Arte Internaconal de Lisboa. Tomando o nome de um passo de Frevo que simula um momento de instabilidade, Faz Que Vai retrata quatro bailarinos nos seus modos de articular uma forma de tradição popular em questões sócio-econômicas e de gênero. Como uma série de anotações sobre a relação entre corpo, câmera e movimento no registo de uma dança típica do Nordeste do Brasil, Faz Que Vai comenta o sentido do carnavalesco presente em diversas estratégias de preservação do Frevo como imagem, patrimônio e produto.

Bruno Faria

O artista é um dos participantes do 23º Salão Anapolino de Arte, em exibição até 28 de outubro. Bruno participa com a obra “Volta pra Trás”, 2016, escultura sonora em que é apresentado o raro disco “Sinfonia da Alvorada”, de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, encomendado por Juscelino Kubitscheck para a inauguração de Brasília. Na obra uma intervenção foi realizada na rotação do aparelho. O disco é tocado de trás pra frente, uma alusão irônica a capital do país que parece andar para trás.

Daniel Dantiago, Gil Vicente e Marcelo Silveira

O trio está em cartaz com a mostra Caleidoscópio, com curadoria de Joana D’Arc Lima, no SESC Petrolina até 7 de outubro.

Gilvan Barreto

O artista tem a série “Postcards from Brazil” em exibição na Casa Nova Arte e Cultura Contemporânea, em São Paulo, até o dia 13 de outubro.

José Patrício

De 22 de agosto a 18 de novembro, o Instituto Ling apresenta a exposição Explosão Fixa, que traz dezenove obras que perpassam os 40 anos de carreira artística do pernambucano, com curadoria de Eder  Chiodetto.

A mostra Precisão e Acaso, no Museu do Estado de Pernambuco, com curadoria de Felipe Scovino, permanece em exibição até o dia 24 de setembro.

Paulo Bruscky

Paulo Bruscky participa da exposição “Feito poeira ao vento | Fotografia na Coleção MAR”, com curadoria de Evandro Salles, em cartaz até 1 de outubro de 2018 no Museu de Arte do Rio.

O artista também integra a mostra coletiva “Ainda Esculturas”, no Espaço Auroras em São Paulo, com o trabalho “Não jogue a toalha”, que fez parte de sua exposição individual de 1971, na Galeria da EMPETUR – Recife, fechada pelo exército na noite de abertura.

Bruscky foi o homenageado da 9º edição do FUSO, Anual de Vídeo Arte Internaconal de Lisboa. Durante o evento foram exibidos os seus filmes “Poema” (1979), “Via Crucis” (1979, com Ulises Carrión e Leonhard Frank Duch), “LMNUWZ, fogo!” (1980) e “Aépta” (1982).

Ramonn Vieitez

O artista participa nos meses de agosto e setembro da residência artística No Lugar, em Quito, Equador. A proposta de sua participação é buscar referências urbanas e culturais peculiares da cidade, e agregar ao trabalho em pintura figurativa retratando o masculino, que é uma característica marcante do seu trabalho. Entre estes elementos, Ramonn destaca as pichações e a arquitetura monumental dos prédios e igrejas de Quito, além da influência da recém descoberta produção de artistas equatorianos.

Vanderlei Lopes

O artista tem a obra “Catedral” em exibição na coletiva “São Paulo não é uma cidade – invenções do centro” no Sesc 24 de maio, em São Paulo, com curadoria de Paulo Herkenhoff e cocuradoria de Leno Veras. A exposição, especialmente criada para o Sesc, apresenta uma possibilidade de leitura do centro de São Paulo a partir dos conceitos de cidade e os contextos da história, da arte, da arquitetura, do urbanismo, da indústria, do comércio e dos lugares emblemáticos, assim como sobre pessoas, ofícios, saberes e cotidianos dessa composição urbana complexa e diversa. São diferentes núcleos (Ciclos Econômicos; Políticas e Oligarquias; Especulação e Desabrigo; Apagamento Cultural, entre outros) que abrigam diferentes técnicas como gravura, fotografia, pintura, indumentária, escultura, cerâmica, lambe-lambe, além de mapas, maquetes, documentos, entre outros. Visitação até o dia 28 de janeiro de 2018.

Voragem

A atual exposição da Amparo 60, com curadoria de Eder Chiodetto, tem visitação estendida até o dia 9 de setembro. A mostra tem participação de 7 artistas do casting (Bárbara Wagner e Benjamin de Búrca, Gilvan Barreto, Isabela Stampanoni, José Paulo, Lourival Cuquinha e Paulo Bruscky) e 3 artistas convidados (André Hauck, Jonathas de Andrade e Ivan Grilo).

Daniel Santiago, Gil Vicente e Marcelo Silveira – Caleidoscópio

A partir do próximo dia 3 de agosto, Petrolina vai receber a exposição Caleidoscópio que reúne três artistas de diferentes gerações numa mostra conjunta. Daniel Santiago, representante da geração 1960, Gil Vicente, os anos 1970 e Marcelo Silveira, década de 1980. Apesar de terem despontado na cena artística em momentos distintos e trabalharem com uma poética também diferente, pode-se buscar pontos de convergência e diálogo entre eles. A mostra, que tem curadoria de Joana D´Arc Lima e patrocínio do Funcultura, será aberta às 19h, no Sesc Petrolina, onde fica em temporada até outubro, seguindo para Garanhuns, e, posteriormente, para o Recife.

Caleidoscópio – Daniel Santiago, Gil Vicente e Marcelo Silveira
Curadoria: Joana D’Arc Lima
Vernissage: 3 de agosto de 2017, às 19h
Visitação: 4 de agosto a 7 de outubro de 2017
Sesc Petrolina
Rua Pacífico da Luz, 618 – Centro
Petrolina/PE
Telefone: 3866 7454
Terça a sexta das 8h às 20h e nos sábados e domingos das 16h às 20h
Assessoria de Imprensa: Mariana Oliveira (81) 9.9469.4092

HIGHLIGHTS – julho 2017

Delson Uchôa

O artista agora tem a obra “Entre o Céu é a Terra” no acervo permanente do Instituto Inhotim, exposta na Galeria Mata.

Gilvan Barreto

O fotógrafo pernambucano foi um dos vencedores do Prêmio Brasil Fotografia. Gilvan Barreto foi escolhido como autor do melhor ensaio multimeio, com o vídeo “O Guarani”. Na obra o artista mostra um vinil coberto por tinta vermelha que se espalha a medida que é executado. A trilha é uma versão especial, produzido por Pupilo, da Nação Zumbi, da música “O Guarani” de Carlos Gomes.

José Patrício

Até o dia 24 de setembro o artista José Patrício ocupa os salões de exposição temporária do Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) com a mostra Precisão e Acaso, com curadoria do carioca Felipe Scovino. A exposição reúne cerca de 40 obras produzidas pelo artista nos últimos sete anos, além de outras do início de sua carreira nunca antes apresentadas.

Marcelo Silveira

O pernambucano expõe no Mosteiro Zen Morro da Vargem, Ibiraçu-ES, após residência artística de 15 dias no local. A mostra “Estação Con Versa” vai reunir elementos em madeira, linho, couro e papel estabelecendo um diálogo com o ambiente da Estação Cultural do mosteiro.

Paulo Bruscky

Paulo Bruscky, pioneiro da arte conceptual, vídeo arte e arte sonora a partir dos anos 1960, no Brasil, vai ser homenageado em agosto, no Festival Fuso – Anual de Vídeo Arte Internacional de Lisboa 2017. Entre outros filmes, serão exibidos “Poema” (1979), “Via Crucis” (1979), “Xeroxfilme: LMNUWZ, fogo!” (1980), e “Aépta” (1982).

Na sua 9ª edição, o FUSO integra a programação do Lisboa Capital Ibero-americana de Cultura 2017. Se o confronto entre obras históricas e a contemporaneidade na vídeo arte está na génese do FUSO, o passado e o presente será o mote para um diálogo abrangente e referencial, cruzando a Europa e as Américas. Assim, as sessões apresentarão propostas de curadores de destaque das Américas do Sul e Central, bem como de Portugal.

VORAGEM

A nova exposição da Amparo 60, com curadoria do Eder Chiodetto, tem participação de 7 artistas do casting (Bárbara Wagner e Benjamin de Búrca, Gilvan Barreto, Isabela Stampanoni, José Paulo, Lourival Cuquinha e Paulo Bruscky) e 3 convidados (André Hauck, Ivan Grilo e Jonathas de Andrade), fica em exibição até o dia 2 de setembro.

 

José Patrício – Precisão e Acaso

Há 11 anos sem realizar uma individual em Pernambuco, o artista José Patrício vai ocupar os salões de exposição temporária do Museu do Estado de Pernambuco (MEPE), a partir do dia 27 de julho. A exposição Precisão e Acaso tem curadoria do carioca Felipe Scovino e reúne cerca de 40 obras produzidas pelo artista nos últimos sete anos – muitas já exibidas em feiras de arte, mostras coletivas e individuais no Brasil e no exterior, porém, na sua quase totalidade, inéditas no circuito artístico do Recife –, além de obras do início de sua carreira nunca antes apresentadas.

Nos últimos anos Patrício, vem utilizando materiais diversos, como botões, peças de quebra cabeças de plástico, dados, pregos, tachas, alfinetes, fios de eletricidade e de telefonia. São objetos simples, de pequeno valor (alguns fadados ao desaparecimento) garimpados por ele nos mais diferentes lugares, que, ressignificados em obras, terminam formando um painel rico sobre a cultura brasileira e seu dia a dia. “Trata-se da apropriação de elementos modulares encontrados na vida cotidiana. Me interessam na medida em que contribuem para compor as obras a partir da sua acumulação, deslocamento das suas funções originais e inserção no contexto da arte”, comenta o artista que completa: “O lúdico permeia toda a minha produção. Seja na escolha de materiais diretamente relacionados com os jogos, seja nas estratégias que utilizo para a criação artística”.

As suas obras realizadas nos últimos anos refletem o desenvolvimento de uma pesquisa que discute os conceitos de diferença e repetição, por meio de estruturas fixas passíveis de variação formal a partir das características dos elementos que as compõem e das inúmeras possibilidades de configuração. Scovino diz que a produção de Patrício pode ser categorizada como uma forma de pintura, que não é feita com tinta, mas com as mãos e a experiência performática e evocadora de uma sensibilidade muito própria.

Serviço:

Precisão e Acaso – José Patrício

Curadoria: Felipe Scovino

Vernissage: 27 de julho de 2017, às 19h

Visitação: 18 de julho a 24 de setembro de 2017

Museu do Estado de Pernambuco – MEPE

Endereço: Av. Rui Barbosa, 960 – Graças, Recife – PE, 52050-000

De terça a sexta, das 9h às 17h.

Sábados e domingos, das 14h às 17h

Telefone: (81) 3184-3174

 

EXPOSIÇÃO – Voragem

Nova exposição da galeria, com curadoria de Eder Chiodetto, discute o apagamento das pessoas que vivem à margem

A Galeria Amparo 60 recebe, a partir do próximo dia 22 de julho, a sua segunda exposição coletiva deste ano, intitulada Voragem, em sua nova casa no Edifício Califórnia. A mostra, que tem curadoria de Eder Chiodetto, reúne tanto artistas que fazem parte do casting (Bárbara Wagner e Benjamin de Búrca, Gilvan Barreto, José Paulo, Lourival Cuquinha, Paulo Bruscky e Isabella Stampanoni), como outros convidados especialmente para essa ocasião (André Hauck, Ivan Grilo, Jonathas de Andrade).
Chiodetto conta que já havia trabalhado em outras exposições cujos artistas participantes refletiam sobre a relação entre o poder institucionalizado e as pessoas mais desassistidas. Mas o atual momento vivido no Brasil foi o impulso para conceber Voragem para a Amparo 60. O nome da mostra remete aos redemoinhos que se formam nas águas, arrastando tudo para baixo, de forma truculenta. “O nome Voragem vem justamente desses ciclos de movimentos à direita, à esquerda, instantes de maior liberdade civil e tolerância racial, religiosa, comportamental e outros momentos de refluxos que levam parte dessas conquistas para trás sob a sombra do obscurantismo”, explica o curador.
O ponto de partida foi a obra Postcards from Brazil, de Gilvan Barreto, que ganhou recentemente o Prêmio Pierre Verger. A obra mapeia as belezas naturais que serviram de cenário para crimes da ditadura militar e toda a sua violência institucionalizada, a tortura e o desaparecimento de corpos. “Gilvan trabalha de modo contundente a forma dissimulada com a qual os brasileiros lidam com o passado, especialmente com os assassinatos cometidos durante o período da ditadura militar. A série propõe imagens muito bem articuladas, capazes de expor as feridas do mal estar histórico que continuamente voltam a cobrar uma tomada de posição, uma coerência, uma reflexão sem concessões”, diz Chiodetto.
Partindo da ideia de apagamento, ocultação e esquecimento, o curador foi em busca de artistas cujos trabalhos trouxessem esse debate social e político. Esses corpos que não importam, que são esquecidos e marginalizados, estão presentes na mostra, ainda que não apareçam diretamente. Os trabalhos reunidos apontam que, apesar deles não encontrarem legitimação social, de serem excluídos, eles não desaparecem.
“Ao ocultar os corpos o silêncio ficou ensurdecedor. O grupo de trabalhos é muito incômodo. Não se trata de uma exposição contemplativa, é um barril de pólvora com o pavio aceso e alguns coquetéis molotov à espreita. Falamos do ocaso da política, do diálogo, da mediação, da temperança”, reflete Chiodetto.

SERVIÇO
Voragem – Curadoria: Eder Chiodetto
Artistas: Bárbara Wagner e Benjamin de Búrca, Gilvan Barreto, José Paulo, Lourival Cuquinha, Paulo Bruscky e Isabella Stampanoni, André Hauck, Ivan Grilo, Jonathas de Andrade.
Abertura 22 de julho de 2017, a partir das 17h
Visita guiada pelo curador às 18:30
Visitação de 25 de julho a 3 de setembro de 2017.
Terça a sexta, das 10h às 19h.
Sábados das 11h às 17h.
Galeria Amparo 60 Califórnia
Rua Artur Muniz, 82. Primeiro andar, salas 13/14
Boa Viagem, Recife – PE
+55 81 3033.6060

HIGHLIGHTS – junho 2017

Bárbara Wagner e Benjamin de Búrca

A dupla está com o trabalho “Bye Bye Deutschland! Eine Lebensmelodie” (Bye Bye Germany! A Melody of Life) sendo exibido no Elephant Lounge até o dia 1 de outubro, participando do Skulptur Projekte Münster na Alemanha.

Anunciado no dia 16/6, Bárbara é finalista do Prêmio Pipa 2017, uma das quatro escolhidas entre os 56 indicados desta edição. Matéria completa no link abaixo:

<http://www.premiopipa.com/2017/06/conheca-os-4-finalistas-do-premio-pipa-2017/#.WURdzlzSsII.facebook>

Daniel Santiago

O artista está com a mostra “Daniel Santiago em dois tempos” em exibição no MAMAM (Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães, com curadoria de Joana D’Arc Lima. Entre obras inéditas e obras já conhecidas pelo público pernambucano, a exposição celebra a trajetória do artista, atuante desde os anos 60, com visitação até o dia 13 de agosto.

Gilvan Barreto

O trabalho “Postcards from Brazil” é um dos 20 selecionados (entre 1.100 inscrições de 45 países) para o FIF, Festival Internacional de Fotografia, de Belo Horizonte.

HIGHLIGHTS – maio 2017

Bárbara Wagner e Benjamin de Búrca

Aspirations (Aspirações) é a primeira exposição de museu dedicada aos filmes colaborativos desenvolvidos pela dupla. Os três filmes em exibição no Museu de Arte Contemporânea Detroit apresentam performances representativas da autenticidade das manifestações culturais brasileiras, expressões que vão da música a dança, e da prática espiritual a vida noturna. A mostra exibe os trabalhos “Faz Que Vai” (Set to Go, 2016), também em exibição na exposição Evoé na Amparo 60, “Estás Vendo Coisas” (You Are Seeing Things, 2017), e “Terremoto Santo” (Holy Tremor, 2017), até 20 de agosto no MOCAD (Museum of Contemporary Art Detroit).

Carlos Mélo

O artista tem a sua mostra individual “A Palavra Vista Por Dentro” em exibição no Sesc Juazeiro do Norte. A exposição é resultado de uma residência seguida de uma expedição iniciada em Santana do Cariri, município do Ceará, desde 2015, seguindo pelos estados da Paraíba e Pernambuco a fim de pesquisar a polissemia da palavra Cariri.

Gilvan Barreto

Com o trabalho Postcards from Brazil, um mapeamento das paisagens brasileiras marcadas por crimes da ditadura, o artista venceu o Prêmio Pierre Verger na categoria inovação e experimentação na fotografia. A edição 2017 recebeu número recorde de inscritos.

José Rufino

No dia 23 de maio o artista recebeu o Prêmio Mário Pedrosa, na categoria artista contemporâneo, da Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA) em cerimônia realizada no Teatro do SESC Vila Mariana.

Marcelo Silveira

Encerrou-se no dia 19 de maio a residência do artista em Belo Jardim, onde ocupou a antiga fábrica de mariola da cidade, transformando em ateliê e expaço expositivo durante dois meses. A convite do Instituto Conceição Moura, e com curadoria de Cristina Tejo e Kiki Mazzuchelli, Marcelo levou a cidade a união entre obras realizadas e inciativas pensadas especificamente para o município.

Márcio Almeida

O artista é um dos selecionados para a próxima Bienal Internacional de Arte Contemporânea da América do Sul – BIENALSUR, prevista para ano que vem em Porto Alegre. O trabalho escolhido, intitulado “The Noble Experience”, consiste na produção de uma série de garrafas de aguardente artesanal produzida em penitenciárias e cadeias públicas do Recife.

Paulo Bruscky

O artista é um dos 4 brasileiros na Bienal de Veneza de 2017, onde apresentou sua performance/instalação “Arte se embala como se quer”, realizada no Pavilhão Internacional da Bienal, a performance “Poesia Viva”, duas vezes no Peggy Guggenheim, e “Poema Lingústico”. Em New York, Paulo Bruscky participou no dia 24 de maio do workshop xeroperformance no America’s Society.

Rodolfo Mesquita – A Forma Custa Caro

CEPE Editora apresenta:

Uma vida desenhada entre linhas, palavras e críticas necessárias.
Lançamento do Livro: Rodolfo Mesquita – A forma custa caro.

Convidamos a todos para o lançamento do livro: “Rodolfo Mesquita – A forma custa caro, organizado por João Lima. Em alto padrão gráfico, o livro faz uma coletânea de algumas artes de Rodolfo: uma obra de forte teor crítico sobre o comportamento humano, essencial à vida do artista. No dia do lançamento, em homenagem a Rodolfo, haverá também a inauguração de uma exposição de arte com suas obras. Imperdível.

Programação:

Lançamento do Livro e inauguração da exposição em homenagem ao artista.
Quarta-feira, 24 de maio, às 19h.
Local: MEPE (Museu do Estado de Pernambuco)
Av. Rui Barbosa, 960 – Graças, Recife
Fones: (81) 3184-3171 / (81) 3184- 3178

Exposição – Evoé

Na Mitologia Romana “Evoé” era o grito ou brado alegre de exaltação ou intensa alegria usado nos bacanais, para evocar e saudar Baco (ou Dionísio, na mitologia grega) Deus do vinho, da ebriedade e dos excessos. “Evoé” foi assimilado pelo carnaval, ainda hoje durante o reinado de Momo, é usado como saudação, sobretudo aqui na capital do frevo, tanto que ganhou forma de frevo-canção composto por Nelson Ferreira em 1931, sua maneira de homenagear esse espírito de alegria.

É tomado por esse espírito que a exposição coletiva “Evoé” se apresenta, especialmente pensada para comemorar o momento que a Galeria Amparo 60 avança algumas quadras para se fixar no Edifício Califórnia. Projetado por um dos mais importantes arquitetos e urbanistas brasileiros, Acácio Gil Borsoi, o Califórnia tem valor singular para a história e memória do modernismo na cidade do Recife. Foi um dos primeiros edifícios construídos na orla da praia, projetou uma nova relação de convivência entre as pessoas, a cidade e a paisagem.

Segundo Hans-Georg Gadamer o sentido de festa é de coletividade, celebração para todos. A experiência de festa, impede o isolamento de alguém, e esse espírito de coletividade e integração é o que faz dela uma expressão artística. Por isso a exposição que inaugura a nova fase da Galeria Amparo 60 convoca todos os 35 artistas que fazem parte do seu casting. Festa não tem seleção e isolamento, festa agrega. Suas obras foram escolhidas a partir desse espírito de celebração e da relação com a cidade do Recife, e contaminadas pelo modernismo singular de Borsoi, se acumulam nas paredes do Califórnia para apresentar um panorama da diversidade artística da Galeria. Para além de uma curadoria, a exposição “Evoé”é uma celebração, uma festa, um estado de espírito que agora ocupa a Amparo 60. EVOÉ AMPARO 60!

 

SERVIÇO

Exposição: Evoé

Curadoria: Douglas de Freitas

Abertura: 25 de março de 2017

Visitação: de 28 de março de 2017 a 27 de maio de 2017. Terça a sexta, das 10 às 19h e sábado das 11h às 17h.

Galeria Amparo 60

Rua Artur Muniz, nº 82, sobrelojas 13 e 14 do Edifício Califórnia (entrada pelo restaurante Alphaiate)

Boa Viagem, Recife – PE

+55 81 3033.6060

Terça a sexta: 10 às 19h
Sábado: 11 às 17h

+55 81 3033.6060

vendas@amparo60.com.br

Rua Artur Muniz, nº 82, 1º andar, salas 13 e 14 (Entrada pelo restaurante Alphaiate)
Boa Viagem | Recife | Pernambuco