ORQUESTRA FANTASIA VOLUME 1 – ISABELA STAMPANONI

Isabela Stampanoni apresenta, a partir do dia 14 de dezembro no Museu Murillo La Greca, Orquestra Fantasia – volume 1, mostra que reúne parte da pesquisa dentro do seu arquivo de trabalhos inacabados e nunca exibidos. São processos paralisados, que sofreram ação do tempo, pequenas modificações e muita improvisação. As obras evocam o som, através de outras artistas citadas nas obras e convidam os curiosos a interagir com objetos e instrumentos sem nome específico, dispostos de forma a serem vistos e/ou tocados no ritmo que desejar. Um vídeo onde a artista percute nenhum instrumento buscando sons e ruídos integra o conjunto das obras.  A exposição é resultado da bolsa de incentivo à produção contemplada no Edital de Artes Visuais da Prefeitura do Recife 2014/2015.

Serviço

Museu Murillo La Greca

Abertura : 14 de dezembro de 2017  às 18h

Visitação:  de 15 de dezembro 2017  a 14 de fevereiro 2018

De terça a sexta das 9h às 17h e sábado e domingo das 13h às 17h

Entrada gratuita

HIGHLIGHTS – NOVEMBRO 2017

Alex Flemming

No dia 23 de novembro Alex Flemming inaugurou sua exposição “Gramática do Instante e do Infinito”, em parceria com o artista José Eduardo Agualusa, na Galeria Le Consulat em Lisboa. A mostra, que reúne fotos do instagram do artista, fica em exibição até 20 de janeiro.

Bárbara Wagner

No dia 18 de novembro Bárbara Wagner foi anunciada como ganhadora do Prêmio Pipa 2017 – o mais relevante prêmio brasileiro de artes visuais – escolhida pelo júri da competição.

Bruno Faria, Francisco Baccaro, Márcio Almeida e Paulo Bruscky

Os artistas participaram do Festival Arte na Usina, de 17 a 25 de novembro na Usina Santa Terezinha em Água Preta – PE, que contou com uma rica programação de exposições, oficinas, palestras, entre outras atividades.

Carlos Mélo

O artista está com a mostra “A Palavra Vista por Dentro” em exibição no Centro Cultural Banco do Nordeste em Fortaleza. Os trabalhos expostos são frutos de uma residência seguida de expedição aos estados da Paraíba, Pernambuco e Ceará, a fim de pesquisar a polissemia da palavra Cariri. O artista realizou coletas de gestos, imagens e documentos de linguagem indígena do sertão do Nordeste brasileiro que foi silenciada em meados ddo século XX, sobre a tribo que era dividida de acordo com o seu dialeto, e sobre o lugar da presença dos Cariris nas divisas entre os estados. Com os trabalhos desta mostra, Carlos busca responder quais eram as manifestações dos Cariris na paisagem, nas coisas e na identidade de um povo. Quais as grades semânticas, as camadas do tempo e a conformação física do processo, no corpo, e na memória de um povo silenciado.

Francisco Baccaro

O fotógrafo exibiu os trabalhos da série “Rurais” parceria com João Miguel Pinheiro no Festival Arte na Usina, que ocorreu entre os dias 17 e 25 de novembro na Usina Santa Terezinha em Água Preta-PE. A série, que está em itinerância, está sendo exibida no Marco Zero de Caruaru até o dia 3 de dezembro, e será exposta em Paudalho (de 5 a 10 de dezembro) e posteriormente no Pátio do Carmo em Recife (de 12 a 16 de dezembro). Haverá distribuição de catálogos da exposição nos locais de exibição.

Lourival Cuquinha e Rodrigo Braga

Lourival Cuquinha e Rodrigo Braga fazem parte do time de 39 artistas do Brasil e Indonésia que participam da Biennale Jogja XIV Equator #4 que acontece até o dia 10 de dezembro no Jodja National Museum, Yogyakarta.

Paulo Meira

No dia 9 de novembro o artista inaugurou a exposição “Épico Culinário”,  na sala de vídeo do MASC (Museu de Arte de Santa Catarina), com exibição dos curtas:
O Marco Amador – sessão Las Outras, 28’, 2004 ; O Marco Amador – sessão Cursos, 23’, 2006; O Marco Amador – sessão 15 Minutos no Jardim de Alice, 16’, 2009; Épico Culinário – 24’, 2013.

Vanderlei Lopes

No dia 11 de novembro o artista inaugurou a instalação inédita “Domo” na Capela do Morumbi em São Paulo., em exibição até 15 de abril de 2018.

Vanderlei Lopes também inaugurou a sua primeira individual no Nordeste, Espelho, na Amparo 60. A mostra reúne 14 trabalhos realizados com guache, fogo, lápis de cor, e associados ao bronze, e fica em exibição até 20 de janeiro de 2018.

 

VANDERLEI LOPES – ESPELHO

No  dia 23 de novembro, a Galeria Amparo 60 abre a sua última exposição do calendário de 2017. Espelho é a primeira individual do artista paranaense, radicado há 25 anos em São Paulo, Vanderlei Lopes, que passou a fazer parte do casting da galeria este ano. O artista vai apresentar cerca de 20 trabalhos realizados com guache, fogo, lápis de cor, associados ao bronze, numa exposição que ele considera intimista, em relação a outra que acontece ao mesmo tempo em São Paulo.

“Os trabalhos conjugam diversos procedimentos e temporalidades que se articulam no sentido de refletir sobre o contexto e o modo como a obra surge no espaço expositivo”, detalha Vanderlei Lopes. A produção apresentada no Recife teve como ponto inicial sua relação estrangeira com o local. Os espelhamentos da cidade e seus canais produzem uma outra cidade, refletida. São trabalhos que apresentam situações alteradas, um tanto domésticas, mas que lidam com a ideia de percepção de si mesmo e do outro. A ideia do “outro” produzida pelos reflexos se apresenta nos procedimentos e materiais utilizados nas pesquisas do artista. Ao devolver características de papel ou tecido ao objeto fundido em bronze, Vanderlei Lopes deseja problematizar questões de percepção, transformação e produzir atrito entre perpetuação e transitoriedade, tradição e formação cultural.

“Na mostra, os objetos ou situações do cotidiano, transformados, sobretudo a partir de processos de fundição, são dispostos frente a frente, duplicados, justapostos ou emparelhados. Tais encontros atritam-se, apagam-se ou revelam-se reciprocamente, de modo a produzir visibilidade a partir do que não está à vista, por meio de espelhamentos entre matérias e simbologias, duplicações ou inversões”, explica o artista.

SERVIÇO
Espelho
Artista: Vanderlei Lopes
Abertura 23 de novembro de 2017, a partir das 19h – Só para convidados
Visitação de 24 de novembro a 20 de janeiro de 2018.
Terça a sexta, das 10h às 19h.
Sábados das 11h às 17h.
Galeria Amparo 60 Califórnia
Rua Artur Muniz, 82. Primeiro andar, salas 13/14
Boa Viagem, Recife – PE
+55 81 3033.6060

Apoio:
Borsoi Café Clube, Campo da Serra, FacForm e Móbile Studio

VANDERLEI LOPES – DOMO

O Museu da Cidade de São Paulo inaugura na Capela do Morumbi no dia 11 de novembro de 2017, sábado, às 11 horas, a instalação inédita “Domo” do artista Vanderlei Lopes.

O trabalho apresenta um domo e sua torre, com diâmetro de 4 metros por 9,5 metros de comprimento, pesando 5 toneladas. Tombado no chão em diagonal no interior da sala principal da capela, foi construído em barro, madeira e ferro. Na sala lateral, duas mesas apresentam anotações e reflexões em papéis diversos, fundidos em bronze e pintados com guache, grafite e lápis de cor. Trata-se de uma inversão em que “grande obra” surge de modo ambíguo, tombada como ruína, enquanto sobre as mesas, os esboços de caráter diverso são apresentados perpetuados em bronze.

Domo é uma estrutura de teto presente em diversas culturas. Esse elemento arquitetônico confere solenidade, poder e importância às construções que encima. Sua relação com as “esferas celestes” acrescenta dimensões sagradas a essas edificações. Para a construção de “Domo”, Vanderlei criou uma base de doze faces, número que remete ao ideal de perfeição e às diversas formas de estruturação, adotadas pela humanidade para organização do tempo como, por exemplo, as doze horas do relógio, do dia ou da noite, doze meses do ano etc.

O “Domo” da Capela do Morumbi é uma escultura de fragmento arquitetônico ideal. Foi construído a partir de elementos baseados em tipologias gótico/renascentistas. A escolha dos materiais tem o intuito de produzir fricção entre o imaginário solene que o domo evoca, e um repertório arcaico, terreno, a que o barro remete.

Construído em escala monumental e tombado no chão como uma ruína, ele preenche o interior da capela. Sua tipologia renascentista alude a um período permeado por certo otimismo. A cultura se volta para a antiguidade afim de olhar um homem mais engenhoso e a ciência valorizada deixa para trás uma era dominada, sobretudo, pelo obscurantismo religioso.

Originária de um tempo mais recente, a Capela foi construída por Gregori Warchavchik, no final dos anos 1940, sobre ruínas em taipa de pilão, típico modo de construção colonial predominante entre os séculos XVI e XVIII. Como numa cronologia reversa, o trabalho de Vanderlei Lopes produz uma colisão espaço-temporal que, à medida que o visitante adentra a capela, promove um encontro com um passado precioso, ainda mais longínquo.

“É como se a capela estivesse impregnada de um passado que, alheio a ela, se apresenta como um presente”, declara o artista. Nesse sentido, “Domo” articula, por meio desse fragmento arquitetônico, uma reflexão sobre a formação cultural, a tradição e suas relações com a fugacidade contemporânea.

SERVIÇO

Exposição: “Domo”, de Vanderlei Lopes
Abertura: sábado, dia 11 de novembro de 2017, às 11 horas
Período expositivo: de 11 de novembro de 2017 a 15 de abril de 2018


Local: Capela do Morumbi
Av. Morumbi, 5.387 – Morumbi
São Paulo – SP – CEP 05650-001
Telefone: (11) 3772 4301
e-mail: museudacidade@prefeitura.sp.gov.br
Visitação: de terça a domingo, das 9h às 17h
Entrada franca

HIGHLIGHTS – OUTUBRO 2017

Alex Flemming

O artista inaugurou no dia 28 de outubro a sua mostra Intervalo Contemporâneo na Fundação Ema Klabin em São Paulo, com a instalação Anaconda (apropriação artística de um conjunto de treze tapetes persas). Em exibição até o dia 17 de dezembro.

Bárbara Wagner e Cristiano Lenhardt

De 3 de outubro a 14 de janeiro acontece o 20° Festival de Arte Contemporânea SESC VIDEOBRASIL, no SESC Pompéia. Participam da exposição “Convivência” os artistas Bárbara Wagner e Benjamin de Búrca, com o vídeo “Faz que vai”, e Cristiano Lenhardt com a instalação “Pau-Bonito”.

Bruno Faria

Dia 21 de outubro o artista inaugurou a mostra “Versão Oficial”, com curadoria de Pablo León de La Barra e Raphael Fonseca, no MAC Niterói. Nesta exposição Bruno apresenta os trabalhos “Introdução à Historia da Arte Brasileira 1960/90”, Instalação, 2015 (conjunto de discos cujas capas foram feitas por artistas brasileiros, relacionando design, artes visuais e censura, visto que muitos dos vinis foram censurados durante a ditadura), e “Versão Oficial”, 2017 (trabalho que parte de um fato histórico: a artista Regina Vater, em 1968, foi convidada para realizar a capa do disco Tropicália ou Panis ET Circensis – de Caetano, Gal, Gilberto Gil, entre outros.  Esta capa, porém, não foi publicada e a versão de Rubens Gerchman foi a que ficou conhecida. Para a criação da obra, Bruno solicitou a colaboração de Regina que refez o desenho, já que o mesmo se perdeu – a artista o viu pela última vez, em 1972, emoldurado na parede da gravadora Philips). A mostra fica em exibição até 18 de fevereiro.

Bruno também participa da mostra coletiva “Ready Made in Brasil”, com curadoria de Daniel Rangel, com a obra “Candangos”, 2016. Em exibição até 28 de janeiro no Espaço Cultural FIESP, em São Paulo.

Daniel Santiago, Gil Vicente e Marcelo Silveira

Após temporada em Petrolina, a mostra coletiva Caleidoscópio chegou em Garanhuns dia 20 de outubro.  Um conjunto de obras, representando os artistas que despontaram em diferentes períodos (décadas de 60, 70 e 80, respectivamente) e que possuem diferentes poéticas, encontram pontos de convergência e dialogam entre si. A mostra, que tem curadoria de Joana D’Arc Lima, fica em exibição até o dia 15 de dezembro no SESC Garanhuns.

Hildebrando de Castro

De 19 de outubro a 2 de dezembro o artista apresenta a individual “HKMA” na galeria Lurixs, no Rio de Janeiro.

José Patrício

Últimas semanas de exibição da mostra Explosão Fixa no Instituto Ling, em Porto Alegre. A exposição, que tem curadoria de Eder Chiodetto, apresenta dezenove obras que perpassam os 40 anos de carreira artística do pernambucano, e fica em cartaz até o dia 18 de novembro.

José Rufino

O artista apresenta a obra “Opera Hominum” na Bienal de Curitiba, em mostra com curadoria de Leonor Amarante. O trabalho consiste em monotipias de mãos de 70 ex-operários da Usina Santa Teresinha, Pernambuco, sobre folhas de pagamento da própria usina. A Bienal acontece no Museu Oscar Niemeyer em Curitiba até o dia 27 de fevereiro de 2018.

Rufino também integra a coletiva “As Bandeiras da Revolução: Pernambuco 1817/2017” na Galeria Massangana, Fundação Joaquim Nabuco. A exposição com curadoria de Moacir dos Anjos e José Luiz Passos fica em exibição até o dia 3 de dezembro.

Kilian Glasner

O Artista inaugurou a mostra “Natureza Incontornável” dia 24 de outubro na Galeria Lume, em São Paulo. Na mostra, Kilian expõe 15 trabalhos concebidos depois de um retiro de quatro meses na região da Chapada Diamantina, na Bahia, e além dos desenhos, um vídeo que reúne fragmentos de suas incursões. Com curadoria de Paulo Kassab Jr, a mostra fica em exibição até o dia 25 de novembro.

Lourival Cuquinha

O artista tem o trabalho “Gabirú no Norte Massa (After Beto Normal)” – Projeto de Arte Financeira, 2015, participando  da mostra coletiva “As Bandeiras da Revolução: Pernambuco 1817/2017” na Galeria Massangana, Fundação Joaquim Nabuco, em exibição até o dia 3 de dezembro.

Martinho Patrício

Inaugurada no dia 20 de outubro, a mostra Expansão do artista Martinho Patrício apresenta trabalhos (desenhos, pinturas, fotografias e objetos) que discutem questões como deslocamento, território e construção com base nas necessidades das pessoas em seus ambientes de convívío e trabalho. A exposição fica em exibição até o dia 17 de novembro no Casarão 34, em João Pessoa.

Paulo Bruscky

Paulo participa do projeto “L’oeil écoute” (o olho escuta), no Centre Pompidou, Paris, com mostra que propõe reflexão sobre arte moderna através do diálogo entre obras do acervo permanente e de artistas convidados. O artista apresenta um recorte panorâmico de sua produção desde o final dos anos 60, incluindo poemas/processo, filmes de artista, poesia sonora/audio arte, classificados, arte correio, poesia visual, projetos conceituais, entre outros. Parte dos trabalhos expostos será incorporada ao acervo da instituição francesa.

O artista também participa da  Galeria Superfície tem o prazer de apresentar a exposição 50 anos Poema/Processo: uma vanguarda semiológica. A mostra rememora as primeiras exposições e manifestações artísticas do movimento, iniciadas em dezembro de 1967, inauguradas simultaneamente em Natal (RN), e Rio de Janeiro (RJ). Ocasião em que o grupo lançará seu manifesto e suas proposições, contando com artistas dos estados de Minas Gerais, Bahia, Rio Grande do Norte, Espírito Santo e Pernambuco.

Paulo Meira

O artista apresenta o vídeo “Amor de Mascate – Drama de Alfaiate” (A.M.D.A.) na Galeria Ruy Meira, Casa das Artes, em Belém do Pará. Um homem costura centenas de cabeças de peixe na confecção de uma corda. Outro homem, que nunca tem o rosto revelado, transporta cabeças de peixe em uma mala. Uma voz feminina tenta memorizar, citando nomes das ilhas que compõe a cidade de Belém. O eixo narrativo do vídeo A. M. D. A. é composto por costuras de acontecimentos, de tempos, de personagens e paisagens. Estas costuras são realizadas hora pelo desenho de som, hora pelos movimentos de câmera, por vezes circulares e sempre em movimento e pelas conexões surgidas entre as performances. Tempos e espaços distintos escorrem entre si como “água”, por vezes em frágeis conexões. Máquina de repetição e diferença, costura de memória, de solenes e patéticas tentativas de evitar esquecimentos…

HIGHLIGHTS – SETEMBRO 2017

Bárbara Wagner

No dia 20 de setembro foi inaugurada no Instituto Moreira Sales, em São Paulo, a mostra coletiva ‘Corpo a Corpo’, com curadoria de Thyago Nogueira e Valentina Tong, e participação dos artistas Bárbara Wagner, Garapa, Jonathas de Andrade, Letícia Ramos, Mídia Ninja e Sofia Borges. Em exibição até o dia 30 de dezembro.

A artista participa com o Benjamin de Búrca do 35º Panorama da Arte Brasileira, Brasil por multiplicação, no Museu de Arte Moderna de São Paulo, com curadoria de Luiz Camillo Osório. A mostra também conta com a participação de José Rufino, Lourival Cuquinha, Marcelo Silveira, e outros artistas.

Bruno Faria

O artista participou da exposição coletiva “A Invenção da Praia: Cassino” no IED Rio – Instituto Europeo di Design, com curadoria de Paula Alzugara, entre os dias 9 e 16 de setembro. A mostra foi um projeto de arte, memória, ficção e arqueologia. A glória e a ruína do antigo Cassino da Urca se fazem visíveis na forma de espectros e reinvencões, em trabalhos de 12 artistas contemporâneos.

Bruno Vilela

O artista participa da mostra da sexta edição do prêmio Marcantonio Vilaça, no MuBE em São Paulo, que vai até o dia 1 de outubro.

Carlos Mélo

Inaugurada no dia 14 de setembro, ‘Menino Perdido’, exposição do artista visual Carlos Mélo na Galeria Archidy Picado do Espaço Cultural José Lins do Rego, em João Pessoa, tem visitação até o dia 22 de outubro.

Célio Braga

No dia 10 de setembro o artista abriu a sua mostra individual “White Blur” na Galeria Phoebus Rotterdam que fica em exibição até 15 de outubro.

Gilvan Barreto

No dia 19 de setembro foi inaugurada a mostra do Prêmio Pierre Verger no Palacete das Artes em Salvador. O fotógrafo pernambucano participa da mostra com a série “Postcards from Brazil”.

O artista também tem a série exposta na CAIXA Cultural Rio de Janeiro, na exposição “Natureza Concreta”, que discute e aprofunda um tema de interesse permanente na arte, na ciência e na filosofia: as relações dos seres humanos com a natureza e o mundo que os cerca. Entre fotografias, vídeos e instalações em formatos variados, estão sendo apresentadas 94 obras de 17 artistas e grupos brasileiros. Em exibição até o dia 12 de novembro.

José Patrício

A mostra Precisão e Acaso, no Museu do Estado de Pernambuco, com curadoria de Felipe Scovino, teve seu período expositivo estendido e permanece em exibição até o dia 8 de outubro.

José Rufino

O artista apresenta a obra “Opera Hominum” na Bienal de Curitiba, em mostra com curadoria de Leonor Amarante. O trabalho consiste em monotipias de mãos de 70 ex-operários da Usina Santa Teresinha, Pernambuco, sobre folhas de pagamento da própria usina. A Bienal acontece no Museu Oscar Niemeyer em Curitiba até o dia 27 de fevereiro de 2018.

Márcio Almeida

O artista participa da mostra “Dura lex, sed lex”, que foi inaugurada no dia 2 de setembro no Centro Cultural Parque da Espanha (CCPE), integrando a Bienalsur, em Rosário na Argentina. A exposição, que tem curadoria de Juliana Gontijo e Raphael Fonseca, reúne trinta artistas provenientes de diferentes países da America Latina, onde o pernambucano apresenta o trabalho “The Noble Experience” (garrafas de aguardente artesanal produzidas em penitenciárias e cadeias públicas do Recife), e questiona a relação entre arte, criminologia e legalidade.

Paulo Bruscky

O artista teve a exposição Xerografia: Arte Postal no Brasil, 1970-1990, inaugurada na Robert and Karen Hoehn Family Galleries na Universidade de San Diego, a mostra vai até o dia 16 de dezembro.

Paulo Bruscky participa da exposição coletiva Take Me (I’m Yours), em Buenos Aires, no Museo Nacional de Arte Decorativo, com curadoria de Christian Boltanski e Hans Ulrich Obrist. A mostra, que integra a programação da Bienalsur, conta com a participação de Yoko Ono, Lawrence Weiner, Artur Barrio, Daniel Spoerri, Alison Knowles, Gilbert & George, Félix González Torres, Luis Camnitzer e muitos outros.

Ramonn Vieitez

O artista encerrou sua residência artística “No Lugar” em Quito, Equador, expondo os trabalhos resultado da pesquisa realizada entre agosto e setembro no open studio da instituição.

 

HIGHLIGHTS – AGOSTO 2017

Bárbara Wagner e Benjamin de Búrca

A dupla teve o trabalho “Faz Que Vai” exibido no FUSO, Anual de Vídeo Arte Internaconal de Lisboa. Tomando o nome de um passo de Frevo que simula um momento de instabilidade, Faz Que Vai retrata quatro bailarinos nos seus modos de articular uma forma de tradição popular em questões sócio-econômicas e de gênero. Como uma série de anotações sobre a relação entre corpo, câmera e movimento no registo de uma dança típica do Nordeste do Brasil, Faz Que Vai comenta o sentido do carnavalesco presente em diversas estratégias de preservação do Frevo como imagem, patrimônio e produto.

Bruno Faria

O artista é um dos participantes do 23º Salão Anapolino de Arte, em exibição até 28 de outubro. Bruno participa com a obra “Volta pra Trás”, 2016, escultura sonora em que é apresentado o raro disco “Sinfonia da Alvorada”, de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, encomendado por Juscelino Kubitscheck para a inauguração de Brasília. Na obra uma intervenção foi realizada na rotação do aparelho. O disco é tocado de trás pra frente, uma alusão irônica a capital do país que parece andar para trás.

Daniel Dantiago, Gil Vicente e Marcelo Silveira

O trio está em cartaz com a mostra Caleidoscópio, com curadoria de Joana D’Arc Lima, no SESC Petrolina até 7 de outubro.

Gilvan Barreto

O artista tem a série “Postcards from Brazil” em exibição na Casa Nova Arte e Cultura Contemporânea, em São Paulo, até o dia 13 de outubro.

José Patrício

De 22 de agosto a 18 de novembro, o Instituto Ling apresenta a exposição Explosão Fixa, que traz dezenove obras que perpassam os 40 anos de carreira artística do pernambucano, com curadoria de Eder  Chiodetto.

A mostra Precisão e Acaso, no Museu do Estado de Pernambuco, com curadoria de Felipe Scovino, permanece em exibição até o dia 24 de setembro.

Paulo Bruscky

Paulo Bruscky participa da exposição “Feito poeira ao vento | Fotografia na Coleção MAR”, com curadoria de Evandro Salles, em cartaz até 1 de outubro de 2018 no Museu de Arte do Rio.

O artista também integra a mostra coletiva “Ainda Esculturas”, no Espaço Auroras em São Paulo, com o trabalho “Não jogue a toalha”, que fez parte de sua exposição individual de 1971, na Galeria da EMPETUR – Recife, fechada pelo exército na noite de abertura.

Bruscky foi o homenageado da 9º edição do FUSO, Anual de Vídeo Arte Internaconal de Lisboa. Durante o evento foram exibidos os seus filmes “Poema” (1979), “Via Crucis” (1979, com Ulises Carrión e Leonhard Frank Duch), “LMNUWZ, fogo!” (1980) e “Aépta” (1982).

Ramonn Vieitez

O artista participa nos meses de agosto e setembro da residência artística No Lugar, em Quito, Equador. A proposta de sua participação é buscar referências urbanas e culturais peculiares da cidade, e agregar ao trabalho em pintura figurativa retratando o masculino, que é uma característica marcante do seu trabalho. Entre estes elementos, Ramonn destaca as pichações e a arquitetura monumental dos prédios e igrejas de Quito, além da influência da recém descoberta produção de artistas equatorianos.

Vanderlei Lopes

O artista tem a obra “Catedral” em exibição na coletiva “São Paulo não é uma cidade – invenções do centro” no Sesc 24 de maio, em São Paulo, com curadoria de Paulo Herkenhoff e cocuradoria de Leno Veras. A exposição, especialmente criada para o Sesc, apresenta uma possibilidade de leitura do centro de São Paulo a partir dos conceitos de cidade e os contextos da história, da arte, da arquitetura, do urbanismo, da indústria, do comércio e dos lugares emblemáticos, assim como sobre pessoas, ofícios, saberes e cotidianos dessa composição urbana complexa e diversa. São diferentes núcleos (Ciclos Econômicos; Políticas e Oligarquias; Especulação e Desabrigo; Apagamento Cultural, entre outros) que abrigam diferentes técnicas como gravura, fotografia, pintura, indumentária, escultura, cerâmica, lambe-lambe, além de mapas, maquetes, documentos, entre outros. Visitação até o dia 28 de janeiro de 2018.

Voragem

A atual exposição da Amparo 60, com curadoria de Eder Chiodetto, tem visitação estendida até o dia 9 de setembro. A mostra tem participação de 7 artistas do casting (Bárbara Wagner e Benjamin de Búrca, Gilvan Barreto, Isabela Stampanoni, José Paulo, Lourival Cuquinha e Paulo Bruscky) e 3 artistas convidados (André Hauck, Jonathas de Andrade e Ivan Grilo).

Daniel Santiago, Gil Vicente e Marcelo Silveira – Caleidoscópio

A partir do próximo dia 3 de agosto, Petrolina vai receber a exposição Caleidoscópio que reúne três artistas de diferentes gerações numa mostra conjunta. Daniel Santiago, representante da geração 1960, Gil Vicente, os anos 1970 e Marcelo Silveira, década de 1980. Apesar de terem despontado na cena artística em momentos distintos e trabalharem com uma poética também diferente, pode-se buscar pontos de convergência e diálogo entre eles. A mostra, que tem curadoria de Joana D´Arc Lima e patrocínio do Funcultura, será aberta às 19h, no Sesc Petrolina, onde fica em temporada até outubro, seguindo para Garanhuns, e, posteriormente, para o Recife.

Caleidoscópio – Daniel Santiago, Gil Vicente e Marcelo Silveira
Curadoria: Joana D’Arc Lima
Vernissage: 3 de agosto de 2017, às 19h
Visitação: 4 de agosto a 7 de outubro de 2017
Sesc Petrolina
Rua Pacífico da Luz, 618 – Centro
Petrolina/PE
Telefone: 3866 7454
Terça a sexta das 8h às 20h e nos sábados e domingos das 16h às 20h
Assessoria de Imprensa: Mariana Oliveira (81) 9.9469.4092

HIGHLIGHTS – julho 2017

Delson Uchôa

O artista agora tem a obra “Entre o Céu é a Terra” no acervo permanente do Instituto Inhotim, exposta na Galeria Mata.

Gilvan Barreto

O fotógrafo pernambucano foi um dos vencedores do Prêmio Brasil Fotografia. Gilvan Barreto foi escolhido como autor do melhor ensaio multimeio, com o vídeo “O Guarani”. Na obra o artista mostra um vinil coberto por tinta vermelha que se espalha a medida que é executado. A trilha é uma versão especial, produzido por Pupilo, da Nação Zumbi, da música “O Guarani” de Carlos Gomes.

José Patrício

Até o dia 24 de setembro o artista José Patrício ocupa os salões de exposição temporária do Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) com a mostra Precisão e Acaso, com curadoria do carioca Felipe Scovino. A exposição reúne cerca de 40 obras produzidas pelo artista nos últimos sete anos, além de outras do início de sua carreira nunca antes apresentadas.

Marcelo Silveira

O pernambucano expõe no Mosteiro Zen Morro da Vargem, Ibiraçu-ES, após residência artística de 15 dias no local. A mostra “Estação Con Versa” vai reunir elementos em madeira, linho, couro e papel estabelecendo um diálogo com o ambiente da Estação Cultural do mosteiro.

Paulo Bruscky

Paulo Bruscky, pioneiro da arte conceptual, vídeo arte e arte sonora a partir dos anos 1960, no Brasil, vai ser homenageado em agosto, no Festival Fuso – Anual de Vídeo Arte Internacional de Lisboa 2017. Entre outros filmes, serão exibidos “Poema” (1979), “Via Crucis” (1979), “Xeroxfilme: LMNUWZ, fogo!” (1980), e “Aépta” (1982).

Na sua 9ª edição, o FUSO integra a programação do Lisboa Capital Ibero-americana de Cultura 2017. Se o confronto entre obras históricas e a contemporaneidade na vídeo arte está na génese do FUSO, o passado e o presente será o mote para um diálogo abrangente e referencial, cruzando a Europa e as Américas. Assim, as sessões apresentarão propostas de curadores de destaque das Américas do Sul e Central, bem como de Portugal.

VORAGEM

A nova exposição da Amparo 60, com curadoria do Eder Chiodetto, tem participação de 7 artistas do casting (Bárbara Wagner e Benjamin de Búrca, Gilvan Barreto, Isabela Stampanoni, José Paulo, Lourival Cuquinha e Paulo Bruscky) e 3 convidados (André Hauck, Ivan Grilo e Jonathas de Andrade), fica em exibição até o dia 2 de setembro.

 

José Patrício – Precisão e Acaso

Há 11 anos sem realizar uma individual em Pernambuco, o artista José Patrício vai ocupar os salões de exposição temporária do Museu do Estado de Pernambuco (MEPE), a partir do dia 27 de julho. A exposição Precisão e Acaso tem curadoria do carioca Felipe Scovino e reúne cerca de 40 obras produzidas pelo artista nos últimos sete anos – muitas já exibidas em feiras de arte, mostras coletivas e individuais no Brasil e no exterior, porém, na sua quase totalidade, inéditas no circuito artístico do Recife –, além de obras do início de sua carreira nunca antes apresentadas.

Nos últimos anos Patrício, vem utilizando materiais diversos, como botões, peças de quebra cabeças de plástico, dados, pregos, tachas, alfinetes, fios de eletricidade e de telefonia. São objetos simples, de pequeno valor (alguns fadados ao desaparecimento) garimpados por ele nos mais diferentes lugares, que, ressignificados em obras, terminam formando um painel rico sobre a cultura brasileira e seu dia a dia. “Trata-se da apropriação de elementos modulares encontrados na vida cotidiana. Me interessam na medida em que contribuem para compor as obras a partir da sua acumulação, deslocamento das suas funções originais e inserção no contexto da arte”, comenta o artista que completa: “O lúdico permeia toda a minha produção. Seja na escolha de materiais diretamente relacionados com os jogos, seja nas estratégias que utilizo para a criação artística”.

As suas obras realizadas nos últimos anos refletem o desenvolvimento de uma pesquisa que discute os conceitos de diferença e repetição, por meio de estruturas fixas passíveis de variação formal a partir das características dos elementos que as compõem e das inúmeras possibilidades de configuração. Scovino diz que a produção de Patrício pode ser categorizada como uma forma de pintura, que não é feita com tinta, mas com as mãos e a experiência performática e evocadora de uma sensibilidade muito própria.

Serviço:

Precisão e Acaso – José Patrício

Curadoria: Felipe Scovino

Vernissage: 27 de julho de 2017, às 19h

Visitação: 18 de julho a 24 de setembro de 2017

Museu do Estado de Pernambuco – MEPE

Endereço: Av. Rui Barbosa, 960 – Graças, Recife – PE, 52050-000

De terça a sexta, das 9h às 17h.

Sábados e domingos, das 14h às 17h

Telefone: (81) 3184-3174

 

Terça a sexta: 10 às 19h
Sábado: 11 às 17h

+55 81 3033.6060

vendas@amparo60.com.br

Rua Artur Muniz, nº 82, 1º andar, salas 13 e 14 (Entrada pelo restaurante Alphaiate)
Boa Viagem | Recife | Pernambuco